quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Pezinho de feijão

Hoje mamãe fez uma cirurgia.
Como passou muito tempo apenas cuidando, está na hora de ser cuidada. E isso começa pelos reparos necessários em relação a saúde.
Mas está tudo bem e ela está feliz.
O dia foi tenso, e embora eu trabalhe na área da saúde, convenhamos, ambiente de hospital não é lá essas coisas.. especialmente quando o assunto envolve a família da gente...

Mas o motivo verdadeiro de vir aqui tentar tirar um pouco do pó acumulado nesse pobre bloguinho abandonado é outro.

Minha filha mais velha completou mais um ano de vida. E, infelizmente, de novo, marido e eu não pudemos estar com elas para festejarmos juntos.
Mas nos falamos várias vezes ao longo do dia. 
Tive a oportunidade de dizer a ela o quanto sou grata por tê-la como filha. Pude demonstrar todo o meu amor, mesmo sendo apenas pelo celular, facebook, e-mail e para terminar as comemorações, uma festinha a distância, que claro, contou com a parceria das irmãs e amigos mais chegados para surpreendê-la.

No exato momento em que estou escrevendo agora, nesta mesma hora, ela nascia na maternidade perto daqui, há alguns anos atrás.
A emoção toma conta de mim enquanto escrevo, como é natural.
Tanta coisa aconteceu neste tempo todo.... Tanta vida vivida....
Muitas histórias. Muitos desafios e muitas vitórias! 

Tenho muito orgulho de toda essa vida que desfrutamos juntos, como família. Tenho muito orgulho dessa filha querida e sempre presente em minha vida.
Obrigada por tudo, querida.
Parabéns pelo seu dia. 
Desejo que você seja muito feliz.
E como diz o clip que fiz em sua homenagem como presente especial para esta data, eu queria mesmo era que você ficasse do tamanho de um pezinho de feijão... 
Mas, como diz a letra da música, o tempo foi passando e depressa foi levando minha menina...
Então, só  me resta pedir ao Pai bondoso:
_" Toma conta da minha moça! Que o sorriso de criança, volte sempre a me abraçar!"

Feliz aniversário, amada minha!


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fui ali e volto já!

Exceto pelo bebê na cadeirinha (já passei dessa fase) o resto é mais ou menos isso mesmo.
Estou super atarefada.
Mamãe chegou (obaaa!!) e além de aproveitar ao máximo a companhia dela nas horas de folga, estou ajudando-a  a organizar sua nova vida por aqui.

Mas enquanto trabalho pesado, a cabeça está à mil.
Cheia de planos e projetos...
Me aguarde!



domingo, 18 de setembro de 2011

Do sul para o ...

Nossa, agora que notei que estou devendo a finalização da viagem ao sul, conforme prometi. 
Ontem pude conversar um pouquinho com meu sobrinho (gente, ele está tão lindo!!! Tão conversado! Tão inteligente! Ai, meu Deus, mais um que está crescendo sem a gente notar!), e nos lembramos juntos (altos papos) que temos uma viagem marcada para o sul do Brasil. 
O projeto está sendo vivido e elaborado em família e ele faz parte importante das escolhas de onde vamos, o que vamos fazer, enfim! 
E sabem qual é um dos grandes interesses dele? Conhecer o maior coelho de chocolate do mundo, que fica entre Gramado e Canela. Se não me engano, esta obra de arte está no Guinness Book. 
Achei tão interessante que tirei foto da plaquinha com as explicações do dito cujo.
Meu garoto se encanta com essas histórias..
Pois bem, o passeio em 2007 foi muito bom! Marido e eu voltamos muito encantados com tudo aquilo.
Em breve, em algum momento no futuro, postarei informações mais recentes de como andam as coisas por aquelas bandas.. E dessa vez, acompanhados de todos os nossos queridos! Essa viagem promete!
Mas deixemos o frio do sul por enquanto, com suas lindas hortências por toda parte; deixemos as casas de chás deliciosas; deixemos a grande quantidade de chocolates artesanais; deixemos as lareiras nos hotéis, as neblinas nas manhãs, os casacos quentinhos como companheiros inseparáveis para as caminhadas, os caldos e sopas à noite...
Deixemos o cantinho acolhedor do vovô e da vovó que tem a pele branquinha, o sotaque carregado denunciando sua origem europeia...
E voemos, como num passe de mágica, para outro cenário COMPLETAMENTE diferente deste.

(...)
Para onde vamos agora, a mala é outra.
Ah, sim! E nem pense em levar muita roupa...

 Para onde vamos, o céu é sempre azul! 
A neblina fria dá lugar à brisa fresca do mar, a cor da pele dos habitantes escurece e o clima...ah, esse esquenta! E como!
Chás, caldos e sopas, devem dar lugar à água de côco gelada, frutas tropicais e peixes frescos. 
Troque os lindos arbustos de hortências em tons de lilás, por árvores altas com seus cachos de flores amarelas e pêndulas, contratastadas com o céu anil!
Muda tudo! Raça de origem, hábitos alimentares, estilos musicais, sotaque, cultura local, cheiros, sabores, valores regionais...Tudo! 

Qual é o certo? Qual é o melhor? Qual é o pior? Qual é o aceitavel?

Diferentes! 
APENAS DIFERENTES! 
E cada um com sua magia ,seu encanto, seu valor! 
E, é porque acredito que precisamos saber viver com os diferentes, com a diversidade, é que quero compartilhar isso com vocês.
No colorido há riqueza! No diferente há as possibilidades!

Os meus conceitos do belo, as minhas preferências pessoais, os meus valores e as minhas tradições, não deveriam ser vistas como únicas!
O mundo será melhor quando percebermos que na diversidade mora a beleza.

Ah, e muito importante! Essa viagem só tem valor se feita com quem a gente ama! Por isso, traga as crianças para a sala!
A "farra" promete!

Até!

sábado, 17 de setembro de 2011

..E a sala ficou vazia.



Hoje resolvi  que vou mostrar meu local de trabalho.   
Já que este blog se refere às minhas "aventuras do cotidiano", muito do que vivo é lá dentro,  entre quatro paredes..  
Carinhosamente chamada por mim de senzala, aquilo é de certa forma, parte do meu mundo . 
Sinceramente gostaria que meu trabalho fosse ao ar livre. Gosto do que é natural.  Gosto do cheiro do mato, da terra, de ver a chuva e me molhar com ela, fazer caminhadas bem cedinho para sentir os primeiros raios de sol.
Quando moramos em uma fazenda há 20km daqui do centro da cidade, era porque queríamos que nossas filhas pequenas pudessem crescer subindo em árvores, comendo frutas tiradas do pé, corressem livres em um super “quintal” rodeadas por bichinhos de estimação que envolviam, além dos tradicionais cachorrinhos, também galinhas, cabritinhos, cavalos e vacas. Foi uma opção que considero feliz.
Na época eu tive uma horta. Adorava ficar aguando as plantas, colher alfaces e temperos que eu mesma havia plantado e cuidado. 
Nossa mesa era cheia de coisas o mais natural possível.
Dormíamos com as janelas abertas e os únicos sons que ouvíamos eram de grilos e corujas...
Saudades de tudo aquilo...
Mas o tempo passou e a vida ficou complexa demais. Então, morar na cidade seria a única alternativa. Acabou!

Voltando ao assunto, hoje estou muito distante daquele ideal. Minha vida tem sido em um ambiente fechado, quase blindado. É comum sair do trabalho e perceber que há chuva lá fora, quando eu nem sonhava que isso estivesse acontecendo.
Existe sim uma janela na minha sala, mas eu fico de costas para ela, e como tenho um prédio enorme como vizinho bem próximo, não há vista nenhuma para apreciar.
De qualquer forma, sou feliz com o que faço. Minha rotina é tensa e faço muitas coisas ao mesmo tempo. Mas esta é apenas uma observação boba. Não posso culpar nada nem ninguém. Não sei ser diferente disso. Ali passo muitas horas do meu dia. É um canto onde aprendi a ser feliz também. 

Ao meu redor existem coisas que me conectam com pessoas muito amadas, lembranças queridas. E hoje vou mostrar este meu mundo a vocês.
Por exemplo, vou começar pela ampulheta do tempo. Aquela que falei no post anterior.

Ela é a conexão que tenho com os que me presentearam com ela. Fica sempre ao meu lado, me levando a refletir sobre a brevidade do tempo.
Outra coisa muito importante para mim são estas coisas aí.
Esta obra de arte, um casal com um bebê, foi presente de minhas filhas. Tem profundo significado para mim. Por isso fica sempre entre dois porta-retratos. Um (ao fundo na foto), foi  presente de meus colegas de trabalho queridos que me deram em um dos meus aniversários. Imprimiram esta foto com um lindo texto bíblico e o prepararam para mim. Não me separo dele, pelo gesto de amor dos colegas e pela foto que na montagem, representa nossa família dentro das mãos de Deus. 
Logo à frente, um porta -retratos menor com a foto de minhas 3 filhas em uma deliciosa viagem que fizemos quando elas ainda eram pequenas, no alto do Caparaó. 
Isso tudo fica em cima de minha impressora.
Na foto acima, este busto maravilhoso, esculpido em mármore carrara, foi presente da minha irmã, já simbolizando nossa amizade madura. 
É que ela foi embora morar no exterior quando era ainda uma pós-adolescente. Quando voltou, já era uma mulher. E este busto marca para mim, essa nova fase de nosso relacionamento.
O quadro que está no lado esquerdo (infelizmente esqueci de tirar uma foto mais próxima, mas dá para se ver melhor na foto da ampulheta) foi pintado pela filha mais nova. 
É arte abstrata, mas muito bem pintado. 
Aliás, as duas filhas mais novas (do meio e caçula) tem quadros espalhados por todo lado em nosso ambiente de trabalho. As pessoas que passam por lá se encantam com eles. 
Este é o meu canto mais propriamente dito. 
A impressora com os presentes cheios de significado ao lado direito e duas telas de computador, para tarefas diferentes.
em cima da mesa (neste momento ela está propositalmente limpa de papéis, mas nem sempre é assim, como podem imaginar) tem pesinhos lindos que uso o tempo todo. Servem para organizar a papelada .
No detalhe abaixo, dá para apreciar melhor.

A do fundo é um trabalho maravilhoso feito  de vidro, com o desenho da santa ceia. Vamos ver se dá para perceber os detalhes do entalhe, contrastado com um fundo preto.
E o último símbolo que tenho sempre perto dos olhos, é uma escultura de um casal, presente do marido em um dos aniversário de casamento.
Esta escultura não me deixa esquecer nossa história à dois..

Como deu para perceber, dou muito valor aos símbolos,às "alianças" de amor que existem na vida.

Mas tudo isso que estou fazendo aqui é na verdade para falar sobre o título da postagem de hoje. Volte lá e veja.
Diz assim:
"E a sala ficou vazia".
Você entendeu alguma coisa? 
Entendeu o porquê desse título aparentemente sem nexo?
Nele, começei mostrando a intimidade do meu local de trabalho, os símbolos que mantenho para o não esquecimento do que é fundamental em minha história de vida, e a coisa toda ficou meio sem sentido, né não?

Não, não é! 
Realmente minha sala está vazia.
Vazia hoje!
Sabe porque? 
Embora apaixonada pelo que faço, é estressante passar horas resolvendo questões administrativas alí todos os dias da semana. 
Preciso de pausas. Preciso de tempo para "respirar".

E hoje é sábado! 
E sábado é o DIA OFICIAL DE DESCANSO.
Sabia não? 
Está na bíblia, ó:
“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus(...) Êxodo 20:8-11.
Para mim, o sábado é mais um símbolo. Uma aliança!
Aliás, muito importante. Considero como sendo o simbolo mais importante de todos os outros que mostrei aqui. Uma aliança da minha história de amor com o meu Deus. 
Símbolo de dependência, símbolo de amor, percebe?

Na bíblia há muitos outros versos falando sobre isso, mas escolhi este acima por ser bem objetivo.

Portanto, senhoras e senhores, este é meu dia favorito! Preciso disso! 
Na segunda-feira volto sempre renovada, pronta para recomeçar, ver a vida com otimismo, achar que tudo vale a pena outra vez..
E se você ainda não tem esta prática altamente relaxante, experimente. Você vai gostar!

Bjs porque hoje tenho muitas outras coisas para fazer. 
E não é dentro de 4 paredes. 
Hoje, lá, a sala está vazia...
Fui!

Shabat Shalom!

 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

"Aaaaaiii...Mas eu tô tão feliz..." Djavan

Sempre gosto de lembrar aqui que a vida é reinvenção. Resiliência. Recomeço. Mudança.
É certo que toda mudança gera ansiedade, medo, muita expectativa com o que é novo.
Afinal, sair da zona de conforto não é nada fácil.
É bom ter tudo ao alcançe da mão. Ter o agradável (e falso) sentimento de que estamos no "controle".
Bom seria se pudéssemos, por exemplo, ter os maravilhosos benefícios da infância para sempre, sem os riscos e as responsabilidades que a vida adulta nos impõe. 
Mas, como isso é impossível,uma vez adultos, bom seria se não precisássemos enfrentar as pressões no trabalho, os desafios, os fracassos, as muitas vezes que ouvimos os NÃOS! 
Mudar de cidade, mudar de casa, deixar os filhos ir embora um dia, enfim, praticar o desapego, não é nada fácil!

Na minha vida já passei por muitas fases. Foi tão bom ter sido criança! Tive uma infância muito feliz! O colo da mamãe era a coisa mais confortável que existia...

Mas eu tive de crescer...
E surpreendentemente, devo ser honesta, foi bom!
A partir daí,cada vez que algo muda, preciso me lembrar que é possível ser feliz também na novidade que se aproxima. 
Não tenho como listar as muitas mudanças pelas quais já passei. Em algumas, implorei à Deus que impedisse que elas acontecessem. 
...Mas, Ele, como se não me ouvisse, me “contrariava” e permitia que o que eu temia, fosse inevitável!
E lá ia eu para o próximo momento da existência, com tudo diferente do que havia sido até então.
Aquela sensação de segurança tão confortável, aquela rotina "segura", aquilo que era tão igual, tão na mão, se desconstruía...

Dia desses coloquei no meu facebook algo que elaborei depois de momentos de profunda reflexão.
O pensamento, desculpem, é um tanto filosófico. De vez em quando me permito dar umas viajadas na maionese...
Pensei:  
Não nos acostumamos com o imponderável da vida.O transitório parece afrontar a alma. Gostamos do permanente... Que tolice! Um instante e aquilo que parecia firme e imutável desmorona.
Vida é movimento e mudança a cada segundo e nós, pobres mortais, esperamos que a casa nunca caia, que o patrimônio nunca se modifique e que nossos entes queridos nunca nos deixem. ..
...E esta minha ampulheta do tempo, ironicamente aqui bem à minha frente, segue fazendo piada com a minha ingenuidade...
(foto meramente ilustrativa)
Tenho uma ampulheta em minha sala de trabalho. 
A areia é fininha e verdinha. Ganhei de duas pessoas que eu amo muito. Uma delas é minha filha.  
*Vou tentar tirar uma foto da minha ampulheta e postar aqui. Ela é especial e me acompanha há anos. Tem me inspirado em minhas reflexões sobre o tempo...
Como sempre escrevo de casa, pois no trabalho é impossível, não tenho como tirar esta foto agora, até porque já passam da meia-noite... Ó insônia! Mas amanhã, quem sabe?

Foi olhando para ela, em dias de total melancolia, que escrevi o que escrevi acima.
 ...Mas, como eu dizia, mudança é vida em movimento. E isso é bom. 
E minha vida mudou muito nos últimos tempos.
Olhem só, considerem comigo, embora tenha perdido o colo e as atenções exclusivas, mostrada na primeira foto de hoje, tive ganhos nessa mudança.
Ao deixar a primeira infância, perdi o "trono" mas ganhei uma irmãzinha linda. 
Meu grande amor, desde então.
E é assim. Perde-se algo, ganha-se outro! Há sempre algo bom para ser percebido na mudanças que acontecem...

 
Há  um ano atrás, esta que um dia foi minha pequena irmãzinha, veio morar perto de mim. Um grande e maravilhoso sonho realizado. Um  presente. E como sou grata à Deus por este presente.!
 
Lembro como sofri quando ela foi morar em outro país há alguns anos no passado... Inclusive, esta foi uma das coisas que eu pedi para que houvesse interferência do Céu e solicitei (enfaticamente, diga-se de passagem) a não permissão de Deus que ela fosse para tão longe de mim...e ELE não me atendeu!
Chorei baldes!
Mas, confesso, ainda bem!
Obrigada por não me atender, Senhor.
Hoje, ela é uma bem sucedida profissional por conta dessa vida no exterior. Tenho muito orgulho dela. 


Outra mudança está acontecendo agora após perdermos um membro querido da família . 
A princípio, lógico, preferíamos que tudo ficasse como estava. Apesar dos problemas que todas as famílias enfrentam, inclusive a nossa, éramos felizes juntos, nas festividades, nos encontros, tudo tão aparentemente seguro... mas as coisas tomaram outro rumo. 
A vida é assim mesmo. Segue seu rumo inexorável.
Confesso que muitos foram os questionamentos de como seria a partir de então. 
De novo, 0 silêncio (aparente) por parte de Deus! 
Que angústia!
Mas há algumas semanas, fui surpreendida com a notícia que todas as coisas que aconteceram, embora inicialmente nos trouxessem a insegurança dos que estão se sentindo perdidos, Deus já havia providenciado um plano B. 
Como sempre acontece!
E a notícia que quero compartilhar no momento é que minha mãe querida, amada minha, amiga inseparável, parceira da vida toda, está vindo para morar em nossa cidade, perto das duas filhas outra vez!  
Que notícia maravilhosa! Como estou feliz!! 
Hoje, acordei com um ânimo não experimentado há muito tempo.
Mil projetos!
Vejamos: cuidaremos umas das outras; caminharemos juntas pelo calçadão; conversaremos assuntos "nulherzinhas"; cozinharemos pratos especiais para nossos encontros familiares; faremos atividades pró-saúde; vamos à pé comprar nossas frutas e legumes no mercado municipal (mamãe ama isso) juntas... enfim! 

Preparei um quarto de artesanato para hobby, uma academia doméstica (até comprei uma plataforma vibratória porque ouvi dizer que os resultados são extraordinários para se ganhar força muscular e de quebra, uma drenagem linfática básica.. quer melhor? Aliás, já estou usando e aprovando..) 
E além da tal Plataforma vibratória, tem também uma esteira, equipamentos de Pilates, etc.. 
Ah, também separei muitos filmes para vermos juntas!
Enfim!Três mulheres que sempre estiveram ligadas no coração e em ideais, estarão novamente juntas. E desfrutarão da novidade de vida que a mudança trouxe. 
E o que antes parecida uma “maldição” Deus transformou em benção! 
Mas é sempre assim! Especialidade do nosso Senhor.
Há sempre motivos para agradecer e confiar que Deus tem planos lindos, mesmo quando tudo parece desmontar aos nossos olhos!

Voltaremos a ser o que fomos um dia: mulheres cúmplices e felizes em objetivos, forma de pensar, ideais de vida, sonhos comuns.. enfim, parceiras da eternidade!
Bem-vinda mamãe querida! Estamos esperando por você.
E o resumo de tudo o que eu disse é que:
"As misericórdias do Senhor se RENOVAM  a cada manhã". Jeremias 3: 21
Acredite: mudanças trazem  novas possibilidades. Confie.
E ratifico o que o poeta Djavam disse:
"Aaaaaaiiii... mas eu tô tão feliz" ...  
Vou tentar dormir agora. E sonhar...

Boa noite procês!



terça-feira, 13 de setembro de 2011

Minha cara de preocupação...


Prometi terminar o papo da viagem ao sul, mas mudei de idéia...
E é assim mesmo, caro leitor. 
Esse bloguinho (com gradações de rosa) está aí para atender às minhas necessidades de  catarse (privilégio só dos doidos. Se você é normal, não vai entender, deixa pra lá!).
Pois, pensa comigo, para que serve um blog  na vida de uma pessoa que não tem tempo sequer para ir ao salão fazer as unhas, dar uma volta avulsa no shopping ou apenas ficar de bobeira olhando a vista da janela?

Meus dias são tensos demais para ficar aqui arranjando mais um motivo de “pressão”.
Como no meu DNA o gene da ansiedade e o da hiperatividade vieram maiores que todos os outros, então meu bem, dá licença que isso aqui eu uso só para abstrair "mermo".
Nenhum compromisso intelectual.
Nenhuma bandeira ideológica e muito menos catequizadora.
Aqui é a casa da mãe! (Opa! No bom sentido, diga-se de passagem...)
Aqui digo só o que quero, na hora que quero, e do jeito que quero.
E (frase malcriada, assumo) ninguém deveria estar aqui lendo isso. 
Se está lendo é porque quer.. então, bico ca-la-do! 
Quer resenhas profundas e densas sobre a vida? 
Ih! Tem um monte por aí!
Por aqui, já aviso, só tem abobrinhas (e por falar nisso, depois compartilho uma receita de suflê de abobrinhas que fiz dia desses que é bár-ba-ro!)

E ó, prestenção, nem adianta escrever recados anônimos para criticar. Perde seu tempo e o meu...
Quero dizer, perco parte pequena do meu... porque não me dou ao trabalho sequer de terminar de ler. O destino é um só: lixeira! Especialmente por ser anônimo. 
Entendeu??
Ah, onde já se viu? Era só o que me faltava....
Vou me estressar com mais essa?
É ruim heim, compadre!
Olha só minha cara de preocupação:
Hoje definitivamente não é um dos meus melhores dias. 
E como eu dizia em um recado trocado com uma amiga, o ócio é um problema grave! E este não é o meu caso! 
Uso TODO o meu tempo para produzir. 
Trabalho muito. 
Na igreja em que congrego, na minha casa, para minha família, no meu trabalho.. e em todos esses casos, faço tudo com muita paixão. 
Por onde passo deixo meu sangue (é sério, é literal.. sou tão estabanada que nos atropelos e pressa com que faço muitas coisas, sempre tem um cortezinho aqui, outro alí..), deixo também vida, suor e às vezes lágrimas (não poucas..).
Portanto, tenho estado tão ocupada fazendo coisas, que não tenho tempo livre para julgar, criticar, escrever anonimamente para ninguém, usando as máscaras comuns aos ociosos. 
Aqueles mesmos que não tem coragem de arregaçar as mangas e ir à luta para produzir algo sólido. 
É mais fácil e confortável  ficar na cadeira sentado.
E aí surge o tempo livre para falar ou escrever, sempre na sombra... 
Isso porque não se tem a coragem necessária nem a ombridade de dizer o que pensa "face to face"
(E eu até entendo a escolha de fazer o que é mais cômodo...)
Mas EU optei por fazer algo diferente disso! 
Portanto nem tenho tempo para discutir as razões de quem ESCOLHE não fazer o que eu faço, que é produzir e abençoar....

Pronto, catarse feita, vamos ao que interessa (e que é o objetivo do blog) : 
Abobrinhas!

Aproveite esse ingrediente fantástico e faça algo delicioso!
Eu recomendo.

  • óleo de soja para refogar (ou canola que é mais saudável)
  • 1 cebola ralada
  • 1 prato bem cheio de abobrinha raladas
  • 1 xícara de  leite
  • 3 colheres de sopa farinha de trigo
  • 1 tablete de caldo de legumes
  • 1 xícara de queijo ralado
  • Sal à gosto 
  • 2 ovos mexidos inteiros, misturados à massa 
  • Para o final
  • 2 claras em neve
  • 2 gemas batidas
  • queijo parmesão ralado 
  • orégano à gosto
  • Modo de Preparo
  1. Refogue a cebola no óleo,junte a abobrinha e todos os ingredientes restantes, sendo a farinha por último.até tomar consistência cremosa
  2. Passe para o pirex refratário untado previamente
  3. Após isso, bata as claras em neve, coloque as gemas e misture bem.
  4. Jogue por cima da massa que está no refratário
  5. Decore com rodelas de cebola (opcional) e azeitonas.
  6. Salpique queijo parmesão ralado.
  7. Leve ao forno para assar até dourar...
Fica uma delícia! Sirva quem você ama. 
Ocupe-se com o que é útil e produtivo. 
Você será mais feliz!
Beijos procê!
Muáh!!



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Revolução é o meu nome...

Bento gonçalves é o nome de  um dos líderes da Revolução Farroupilha, que buscava a independência da província do Rio Grande do Sul no período do Brasil Imperial.
Este grande homem, importante figura histórica, dá nome a cidade que nos abrirá  as portas para o que hoje é conhecido como  "Vale dos vinhedos".
Provavelmente há outras formas de se percorrer esta região imperdível da serra gaúcha, mas tanto da outra vez como dessa, escolhemos ficar hospedados em Bento Gonçalves para só então percorrer o circuito "Caminhos de pedra".
Você não se arrependerá se for conhecer todo o processo de fabricação dos sucos de uva e vinhos mais famosos do país. 
Visitamos algumas vinículas e faremos isso de novo da próxima vez.
Escolhi estas fotos para colocar aqui porque esta marca é bem conhecida, mas fomos a várias fábricas
Existem outras tão belas quanto, e também abertas à visitação!
Já dentro da vinícula, um guia nos leva para percorrer as plantações de uvas. 
Muitas variedades. Na época do ano que fomos (maio) estavam podadas e não estavam tão bonitas...
De qualquer forma, com certo esforço, é muito lindo ver as pequenas uvinhas entre a folhagem.
Depois da colheita, vem todo o processo de fabricação do vinho. 
Muito interessante.

Nesses tanques acima, fica o suco recém-processado. Após isso, se não me engano, levam para a maturação nos tonéis de carvalho. Não me lembro mais dos detalhes, da ordem certa do processamento.
Conto depois que voltar da nova viagem..
É o tempo e a qualidade da madeira (carvalho, no caso) o que fará toda a diferença na hora de qualificar o vinho, segundo quem entende.
Tempos depois, o vinho é envasado em garrafas e fica mais um tempo por lá.
(Percebem? Se o registro não é de imediato, os detalhes se perdem. Estou mega confusa. Não considerem essas informações...apenas um bate-papo despretencioso de marinheira de primeira viagem)
Ah, tá! 
Mas deixemos de lado o papo furado de quem não entende bulhufas do assunto, vamos ao que encontramos pela estrada afora... no circuito entre uma vinícula e outra... 
Lembram da tal "Casa da ovelha"?
Já falei sobre ela e até postei um vídeo do marido "amamentando". Que coisa meiga!  aqui (é só passar o mouse).

Mas, tá pensando o quê?
Eu também participei dessa aventura... 
Delícia!
Além disso tudo, ainda tem as flôres! 
Ah, as flôres! 
Encontramos exemplares belíssimos e muito exóticos perto dali.
E para fechar o dia com chave de ouro, que tal um jantar romântico em um restaurante pra lá de estiloso?




Amanhã, a despedida dessa viagem ao sul. 





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